Todo material que eu já entreguei nos reels, num lugar só. Acha o teu e pega o
passo a passo.
Não achei nada com essa palavra. Manda ela na DM do @cawank1 que eu te respondo na mão.
Grupo grátis
Material novo cai primeiro no grupo
Toda semana eu mando o que estou construindo aqui, com o que funcionou e o que
quebrou. Só eu escrevo lá dentro, então não vira grupo de bom dia
nem de divulgação.
Isso aqui é o que eu uso pra construir. O que eu faço pra viver é botar pra rodar
dentro de empresa: CRM próprio, agente de WhatsApp que atende e qualifica sozinho,
funcionário digital fazendo a tarefa repetida. Em cliente pagante, não em demo.
Nenhum deles é comando escondido — é jeito de pedir. Funciona no Claude, no ChatGPT
e no Gemini igual, e é de graça. Copia, cola, troca a parte entre colchetes.
1
O que precisa
Nada pago, nada pra instalar
AQualquer chat de IA que tu já usa. Plano grátis dá conta dos cinco.
BO contexto do teu caso escrito antes. Pergunta vaga devolve resposta vaga — descreve o projeto em 5 linhas primeiro.
2
ELI5
Quando tu não entendeu e não quer perguntar de novo
Cola e troca o [assunto]
Explica [assunto] como se eu tivesse 5 anos.
Sem jargão. Se precisar usar um termo
técnico, explica o termo antes de usar.
No fim, me diz em uma frase por que isso
importa pra mim.
Serve pra contrato, laudo, proposta técnica, erro de sistema. O pedaço que quase
ninguém usa é o "por que isso importa pra mim" — é ele que transforma
explicação em decisão.
3
Pré-mortem
Achar o problema antes de gastar, não depois
Cola e troca o [projeto]
Imagine que estamos 6 meses no futuro e
[projeto] fracassou. Escreve a história de
por que fracassou, como se já tivesse
acontecido. Depois lista as 5 causas mais
prováveis, da mais provável pra menos, e o
que eu poderia fazer HOJE pra cada uma.
Por que funciona: perguntar "o que pode dar errado?" devolve lista genérica.
Mandar contar a história de um fracasso que já aconteceu obriga a inventar
causa concreta — e é aí que aparece o ponto cego.
4
Steelman
O contra-argumento mais forte, não o mais fácil
Cola e troca a [ideia]
Monta o argumento MAIS FORTE contra [ideia].
Não pega leve e não me elogia. Escreve como
se fosse a pessoa mais inteligente que
discorda de mim. No fim, me diz qual desses
argumentos tu mesmo considera o mais difícil
de responder.
A IA é treinada pra concordar contigo. "Não me elogia" e
"o mais difícil de responder" são o que quebram isso — sem essas duas
linhas ela monta um espantalho e derruba sozinha.
5
Red Team
Alguém tentando quebrar de propósito
Cola e troca o [isso]
Age como um adversário tentando quebrar
[isso]. Acha o furo: onde falha primeiro,
quem consegue explorar, o que acontece
quando falhar e quanto tempo eu levo pra
perceber. Ordena por dano, não por
probabilidade.
Parece igual ao steelman e não é. Steelman ataca a ideia; red team ataca a
execução. Um diz que tu está errado, o outro diz onde tu vai quebrar estando
certo.
6
First Principles
Do zero, em vez de copiar o que já existe
Cola e troca o [problema]
Esquece como [problema] é resolvido hoje no
mercado. Lista só os fatos básicos que
sabemos ser verdade sobre ele. Depois
reconstrói uma solução usando SÓ esses
fatos, e me mostra onde ela ficou diferente
do jeito comum e por quê.
O "me mostra onde ficou diferente" é o que impede a IA de reconstruir
exatamente o que todo mundo já faz e chamar de primeiro princípio.
7
O pulo do gato
A ordem vale mais que os comandos
AFirst principles primeiro, pra desenhar sem copiar ninguém.
BSteelman em seguida, pra ver se a ideia sobrevive a quem discorda.
CPré-mortem depois, pra achar o que mata na execução.
ARed team por último, quando já existe algo concreto pra atacar.
BELI5 a qualquer momento, sempre que aparecer palavra que tu fingiu entender.
E sempre pede o porquê. Resposta sem justificativa tu não consegue conferir,
e o que não dá pra conferir não serve pra decidir nada.
8
O que é honesto avisar
Pra não criar expectativa errada
ANão é comando secreto. Não tem menu escondido nem modo especial: é jeito de pedir, e é por isso que funciona em qualquer chat.
BSe tu rebater tudo, ela volta a concordar. Steelman e red team só valem se tu aguentar a resposta sem discutir com ela.
CPré-mortem com projeto vago dá resposta vaga. Sem prazo, número e quem faz o quê, sai lista de autoajuda.
AELI5 simplifica de verdade — e simplificar perde coisa. Pra decisão técnica, pede a versão completa depois.
BNenhum deles checa fato. A IA vai argumentar bem sobre dado errado com a mesma confiança. O número tu confere na fonte.
Isso aqui é o básico de como eu falo com a IA o dia inteiro.
No grupo eu mostro o que estou construindo na semana, o que funcionou e o
que quebrou.
Fora daqui, eu construo infraestrutura de vendas com IA pra PME e indústria:
CRM, agente de WhatsApp e funcionário digital rodando em cliente, não em demo.
Ferramenta de teste de invasão de código aberto. Tu aponta pro teu projeto e ela
tenta explorar de verdade, em minutos, devolvendo a prova do que conseguiu.
1
O que precisa antes de começar
São três coisas, e uma delas é paga
ADocker ligado. Ela roda o ataque dentro de container, isolado da tua máquina. Sem Docker rodando, não sobe.
BChave de API de uma IA paga (OpenAI, Anthropic ou Google). É o cérebro dela, e cada varredura queima token.
CTerminal. No Windows é dentro do WSL (Ubuntu), com o Docker Desktop ligado. O instalador é script bash, não roda no PowerShell.
Qual modelo botar ali: o próprio repositório recomenda GPT-5.4, Claude Sonnet
4.6 ou Gemini 3 Pro. Modelo fraco não economiza — ele erra o ataque, não acha nada e
tu paga do mesmo jeito.
Pronto. A primeira varredura é uma linha, apontando pra pasta do teu projeto:
Primeira varredura
strix --target ./meu-app
Quem já usa pipx pode instalar o pacote strix-agent direto do
PyPI, em vez do instalador. Precisa de Python 3.12 ou mais novo.
3
Como se usa no dia a dia
Três tipos de alvo, e onde o resultado fica guardado
APasta no teu computador:strix --target ./meu-app
BRepositório do GitHub:strix --target https://github.com/voce/seu-repo
CSite no ar:strix --target https://teu-sistema.com — esse é ataque de verdade num sistema vivo. Só no teu.
O resultado não some quando tu fecha o terminal. Cada rodada fica salva em
strix_runs/, e tem uma tela pra ler com calma:
Ver o relatório da varredura
strix view
Duas opções que economizam dinheiro:--scan-mode quick pra
uma passada rápida antes da completa, e -n pra rodar sem ninguém
olhando (dentro de esteira de deploy, por exemplo).
4
O pulo do gato
Não é a ferramenta, é o que tu faz com o relatório
Ela não cospe lista de alerta como scanner comum. Ela tenta explorar
e só te mostra o que conseguiu, com o passo a passo do ataque. Isso muda o teu
trabalho: em vez de conferir cem avisos que talvez sejam nada, tu conserta o que já
foi provado que abre.
O relatório é material sigiloso. Ele é o mapa de onde o teu sistema é fraco.
Não cola no grupo, não posta print, não manda pra fornecedor sem necessidade —
conserta primeiro, comenta depois.
ARodar contra uma cópia de teste, não contra o sistema onde está o dado do teu cliente. Ela ataca de verdade: cria conta, manda coisa errada de propósito, insiste.
BRodar antes de entregar pro cliente, não depois que ele reclamou. Vinte minutos de varredura contra uma tarde de conserto às pressas.
CSistema feito por IA é o alvo típico: funciona na tela e deixa a porta dos fundos aberta. É pra isso que ela serve.
5
O que é honesto avisar
O que ninguém fala no vídeo de trinta segundos
ANão é de graça. A ferramenta é aberta, o cérebro dela não. Cada varredura consome chave paga, e varredura completa em sistema grande consome bastante.
BA primeira vez trava no Docker, não na ferramenta. Docker Desktop parado, WSL sem integração ligada, memória curta. Resolveu isso, o resto anda.
CEla prova o que acha, mas quem decide é você. Achado com prova de conceito ainda precisa de olho humano pra saber o tamanho do estrago e a ordem do conserto.
A regra que não é sugestão: está escrita dentro do próprio repositório — rode
apenas contra sistemas que você possui ou tem permissão escrita e
explícita para testar. Apontar pro sistema dos outros é crime na maior parte
dos países, inclusive aqui.
Quer montar coisa assim? Ferramenta é só o começo.
No grupo eu mostro o que estou construindo na semana, o que funcionou e o
que quebrou.
Fora daqui, eu construo infraestrutura de vendas com IA pra PME e indústria:
CRM, agente de WhatsApp e funcionário digital rodando em cliente, não em demo.
Processo, metodologia e histórico de cliente moram na cabeça de uma pessoa. Ela sai, a
empresa recomeça. Isso é um problema de arquivo, não de memória.
1
De onde vem a ideia
Não é conceito novo, e o dono do termo escreveu um livro sobre isso
Quem organizou e batizou o "segundo cérebro" foi Tiago Forte, americano
filho de brasileiros. Ele passou mais de dez anos lapidando o método depois de uma
doença crônica na faculdade, quando começou a organizar exame e anotação médica pra
não depender da própria memória. Virou livro em 2022, o Building a Second Brain.
A parte prática do método é o PARA, que é só um jeito de nomear pasta:
Projetos (o que tem prazo), Áreas (o que é responsabilidade
contínua), Recursos (assunto que interessa) e Arquivo
(o que já morreu mas não pode sumir). Quatro pastas. É isso.
O tweet que resume: ele contou como usou o próprio segundo cérebro pra escrever
o livro, e disse não imaginar como alguém escreve um livro sem um sistema de conteúdo.
É o mesmo argumento pra empresa: ninguém toca operação de cabeça.
O padrão que o Andrej Karpathy publicou em abril de 2026
O método do Forte é de 2022 e foi pensado pra cérebro humano ler. Quem atualizou isso
pra IA foi Andrej Karpathy, que trabalhou na OpenAI e na Tesla. Ele
publicou um documento chamado LLM Wiki com uma virada simples: em vez
de a IA sair caçando pedaço de documento toda vez que você pergunta, ela
mantém um wiki escrito em markdown entre você e as fontes.
São três camadas, e a separação é o pulo do gato dele:
Bwiki/: as páginas que a IA escreve e mantém. Resumo, página de conceito, página de entidade, tudo linkado entre si. Aqui quem manda é ela.
CUm arquivo de regras (ele usa o nome CLAUDE.md): o que pode, o que não pode, como nomear, quando atualizar. É o que impede a bagunça.
E três rotinas: ingerir (fonte nova entra, a IA escreve o resumo e
atualiza as páginas ligadas), consultar (pergunta responde citando as
páginas) e lint (a IA varre atrás de contradição, coisa velha, página
órfã e buraco). É essa terceira que quase ninguém faz, e é a que evita o arquivo
apodrecer.
A conta que ele dá: funciona bem até umas 100 fontes e algumas centenas de
páginas sem precisar de busca vetorial. Passando de uns mil arquivos, o wiki começa a
citar a si mesmo, e aí precisa de outra estratégia.
Ele mesmo avisa que o documento é abstrato e modular: pega o que serve, ignora o
resto. E que a IA propõe, mas quem decide contradição é você.
É o que roda no meu. O cérebro da VendAut que você viu no vídeo é exatamente
esse desenho: pasta raw/ com as fontes, pasta wiki/ que a IA
escreve, e um arquivo de regras que ela lê antes de encostar em qualquer coisa.
3
Onde isso mora
Obsidian, e o motivo não é bonito, é o formato
O meu roda no Obsidian. Os arquivos ficam no teu computador,
em texto simples (markdown), não dentro do banco de dados de uma empresa. Isso importa
por dois motivos práticos: se o app acabar amanhã, teus arquivos continuam abrindo no
bloco de notas, e a IA consegue ler a pasta inteira, o que não acontece
quando o conteúdo está preso num site.
AÉ gratuito. Sem cadastro pra começar.
BSincronizar entre celular e PC é pago (uns 4 dólares por mês) ou você usa Drive, Dropbox, OneDrive por fora.
CEmpresa não é obrigada a pagar licença, mas eles pedem apoio de quem usa no trabalho (50 dólares por pessoa/ano).
ACria uma pasta (no Obsidian chama vault) com as quatro do PARA. Nome de pasta em português mesmo, você é que vai ler.
BÁreas é onde mora a empresa: comercial, entrega, financeiro, atendimento. Um arquivo por assunto que hoje só existe na cabeça de alguém.
CEscreve o que a pessoa-chave sabe do jeito que ela fala: "como eu faço orçamento", "o que eu respondo quando o cliente fala que tá caro", "quem chamar quando a máquina para". Fala e transcreve, se for mais rápido.
DToda decisão que se repete vira arquivo no mesmo dia. O sistema não morre por falta de ferramenta, morre por falta desse hábito.
EAponta a IA pra essa pasta. Aí "quanto cobrei do cliente X no ano passado" e "me escreve a proposta no meu padrão" viram pergunta, não caça ao arquivo.
O primeiro pedido, depois que a pasta existe
lê a pasta inteira desse vault e me diz
o que já está documentado, o que está
pela metade e o que ainda só existe na
cabeça de alguém
5
Instalar o padrão pronto
Se você não quer montar as regras na mão
Alguém empacotou o padrão do Karpathy em skills prontas pra agente de IA: o assistente
cria a estrutura, ingere o que você joga na pasta raw/, responde consulta
em cima do wiki e roda o lint. São quatro comandos, e o setup é um assistente que
pergunta e monta.
No terminal, na pasta onde o cérebro vai morar
npx skills add NicholasSpisak/second-brain
ADepois, dentro do teu agente de IA, roda /second-brain: ele faz as perguntas e monta a estrutura.
BInstala a extensão Obsidian Web Clipper no navegador. É o que salva artigo e página inteira já em markdown, com as imagens no teu disco, dentro de raw/.
CAbre a pasta no Obsidian e joga material dentro. Quando tiver acumulado, roda /second-brain-ingest e a IA escreve as páginas do wiki.
DDe tempos em tempos, o comando de health check pra achar contradição e página velha.
Aviso honesto: esse repositório é implementação da comunidade em cima do padrão
do Karpathy, não é oficial dele, e a página não declara licença. Serve muito bem pra
começar rápido. Se for usar dentro da empresa, lê o que os comandos fazem antes de
apontar pra pasta com dado de cliente.
6
O pulo do gato
Segundo cérebro sem IA em cima é arquivo morto
Documentação parada é o que toda empresa já tentou e abandonou. O que mudou o jogo é
ter uma IA que lê a pasta e responde com o conteúdo dela. Aí o arquivo
deixa de ser museu e passa a fazer trabalho: escreve proposta no teu padrão, responde
cliente com a tua política, treina o funcionário novo sem tomar teu dia.
Regra que eu sigo: se eu expliquei a mesma coisa duas vezes, na terceira vira
arquivo. Não é organização, é preguiça bem investida.
7
O que é honesto avisar
Três coisas que ninguém fala no vídeo
ANão é a ferramenta que resolve. Obsidian, Notion, Google Docs, pasta no computador: qualquer um serve se o conteúdo for texto e a IA puder ler. Trocar de app não documenta nada sozinho.
BA primeira semana é chata. Escrever o que já está na cabeça parece perda de tempo até a primeira vez que alguém pergunta e a resposta já está pronta.
CDado sensível precisa de critério. Contrato, folha, dado de cliente: decide antes o que entra e o que fica de fora, principalmente se a IA que lê a pasta for de nuvem.
8
Se você quer mais fundo
Montado pra tua operação, não pra você montar
Isso aqui é o suficiente pra você montar o seu sozinho, e é de graça. Se o que você
quer é a coisa funcionando dentro da empresa — a memória da operação escrita, a IA
lendo, o agente respondendo cliente com a tua política e o CRM no meio — é o que eu
faço na VendAut.
Fora daqui, eu construo infraestrutura de vendas com IA pra PME e indústria:
CRM, agente de WhatsApp e funcionário digital rodando em cliente, não em demo.
O vídeo que te trouxe aqui foi montado assim: eu abri a câmera do celular, falei, e a
edição saiu de um comando. Corte, legenda queimada, anotação e selo.
1
O que precisa na máquina
Quatro coisas, e três delas são gratuitas
AClaude Code: a IA rodando no terminal do teu computador, com acesso aos teus arquivos. É a assinatura da Anthropic, o único custo fixo da lista.
Bffmpeg: corta o silêncio, acelera, iguala o volume e enquadra em 9:16. Gratuito, instalação de um comando.
CRemotion: é ele que desenha. Legenda queimada, anotação, selo e barra de progresso são componentes React que viram MP4. É por isso que o efeito nasce igual todo vídeo, em vez de ser arrastado na mão numa timeline. Roda em Node, entra num npm install.
DWhisper local: transcreve a tua voz com o tempo de cada palavra, offline, sem mandar teu áudio pra lugar nenhum. Gratuito.
Nenhum editor de vídeo entra nessa lista. Não tem mensalidade de CapCut,
Premiere nem plataforma de legenda automática no meio. O Remotion é gratuito pra
pessoa e pra empresa pequena, e cobra licença a partir de um certo tamanho de time.
Confere a regra atual no site deles antes de usar dentro de empresa grande.
2
Instalar, nessa ordem
Uma vez só na máquina, não por vídeo
ANode, versão LTS, em nodejs.org. Instalador padrão, next next finish. É o que faz o Remotion rodar.
Bffmpeg. No Windows, um comando no terminal. Depois abre um terminal novo, senão ele não acha o programa.
CClaude Code, também um comando, e depois você loga com a tua conta da Anthropic.
DWhisper, se quiser legenda automática. Precisa de Python 3.10 ou mais novo. Sem ele dá pra transcrever por fora e importar a legenda, só dá mais trabalho.
Falta o projeto que desenha o vídeo. O Remotion cria um pronto pra você mexer:
roda o comando abaixo numa pasta vazia, escolhe o modelo em branco e deixa instalar.
A primeira renderização baixa um navegador próprio, umas duas centenas de megas, uma
vez só.
Não precisa saber React pra começar. Quem escreve os componentes é o Claude Code,
a partir do que você pede. Saber ler o código ajuda depois, quando você quiser mudar
um detalhe sem pedir pra ninguém.
3
Como se grava
É aqui que a edição fica fácil ou impossível
Um take por bloco de fala, não um vídeo longo. Errou no meio da frase,
grava a frase de novo em vez de tentar consertar depois. O vídeo que você assistiu tem
seis arquivos separados, gravados em um minuto e meio.
Por que isso importa: take curto e separado é o que deixa a máquina reordenar,
trocar e cortar sem estragar a fala. Vídeo único de 40 segundos vira trabalho manual
de novo.
4
O que roda depois
Você joga os arquivos numa pasta e sai de perto
ACorta o silêncio entre as frases, acelera um pouco pra dar ritmo, iguala o volume dos takes e deixa tudo em 1080x1920.
BTranscreve o teu áudio e queima a legenda palavra a palavra, sincronizada com a tua voz de verdade, não estimada por média.
CDesenha no Remotion o que entra por cima: anotação, selo de chamada e os efeitos, cada um ancorado no segundo exato da fala. Como é código, a posição é um número, não um arrasto de mouse.
DRenderiza o MP4 pronto pra postar.
O comando, em português mesmo
edita o reel com os takes dessa pasta:
corta o silêncio entre as frases,
acelera pra dar ritmo, queima legenda
palavra a palavra sincronizada no meu
áudio e põe o selo de chamada no
último take
5
O pulo do gato
Não é a ferramenta, é o padrão estar escrito
Eu tenho um arquivo com as regras do meu perfil dentro: cor, fonte, tamanho da legenda,
onde entra o selo, quanto tempo o vídeo pode ter. A IA lê esse arquivo antes de editar.
É por isso que todo vídeo sai igual sem eu decidir nada de novo. Quem pede edição por
prompt solto recebe uma coisa diferente cada vez. Padrão escrito uma vez vale
pra todos os vídeos do ano.
6
O que é honesto avisar
Duas coisas que ninguém conta no reel
AA primeira montagem dá trabalho. Montar o padrão me tomou um dia. Depois que ele existe, cada vídeo leva menos de cinco minutos. O ganho é da segunda peça em diante.
BA transcrição erra nome próprio e número. No vídeo que você viu, ela escreveu "Cloud" no lugar de "Claude". Ler a legenda antes de queimar é parte do processo, não opcional. Número que você não consegue confirmar, tira.
Quer montar isso na tua máquina? No grupo eu mostro o que estou construindo na
semana, o que funcionou e o que quebrou, incluindo os pedaços desse fluxo.
Fora daqui, eu construo infraestrutura de vendas com IA pra PME e indústria:
CRM, agente de WhatsApp e funcionário digital rodando em cliente, não em demo.
As regras que fazem o Claude Code escrever menos código
Um arquivo de instrução, sem uma linha de programa dentro, que passou de cem mil
estrelas em dois meses.
1
O que o ponytail faz
Faz o agente perguntar se aquele código precisa existir
O problema da IA programando não é ela não saber. É ela escrever cinquenta linhas
onde cabia uma. Cada linha a mais é token que tu paga pra gerar e manutenção que
tu paga pra sustentar depois.
Não é plugin nem ferramenta paga. São regras de comportamento que
entram no teu projeto e mudam como o agente decide: primeiro biblioteca padrão,
depois recurso nativo, só então código novo.
O pulo do gato: ele questiona se a tarefa precisa existir antes de começar.
Boa parte do que a IA escreve resolve problema que ninguém tem. Código que não
existe não tem bug e não tem manutenção.
Abre o Claude Code na pasta do teu projeto e manda ele instalar. Ele lê o
repositório e se configura sozinho:
Cola no Claude Code
instala o ponytail de github.com/DietrichGebert/ponytail
neste projeto
Sem dependência nenhuma. Não instala pacote, não roda servidor, não pede
chave de API. É instrução em texto, por isso funciona igual no Claude Code, no
Codex, no Cursor e no Cline.
3
Como usar
Ele age sozinho, mas tem comando pra chamar na mão
AInstalado, ele já age em toda tarefa de código. Tu não precisa lembrar de chamar.
BPra revisar o que já existe: ponytail-review num diff, ponytail-audit no repositório inteiro.
Cponytail-debt lista os atalhos que ele deixou marcados pra depois. É o que impede "depois" virar "nunca".
Exemplo de uso
roda ponytail-audit neste repositório e me diz
o que dá pra apagar sem quebrar nada
4
Pra que serve
Onde isso te devolve dinheiro, não só linha
ATu paga a IA por token pra escrever, e paga de novo em manutenção pra sustentar o que ela escreveu demais. Corta os dois de uma vez.
BRevisão que caça excesso, não só erro. Revisor comum aprova código que funciona; esse pergunta por que ele existe.
CDependência que tu não instala é dependência que não quebra, não vaza e não precisa de update.
Quando eu não uso: decisão de arquitetura. Ele otimiza pra menos código, e
às vezes a resposta certa é mais estrutura, não menos. Pra CRUD, script e refactor
é excelente. Pra decidir como o sistema se organiza, eu desligo.
Quer montar coisa assim? Ferramenta é só o começo.
No grupo eu mostro o que estou construindo na semana, o que funcionou e o
que quebrou.
Fora daqui, eu construo infraestrutura de vendas com IA pra PME e indústria:
CRM, agente de WhatsApp e funcionário digital rodando em cliente, não em demo.
Um framework de skills com mais de duzentas e setenta mil estrelas, que troca
"a IA escreve rápido" por "a IA entende primeiro".
1
O que ele faz
Vira processo de trabalho, não sugestão de código
A maioria usa o Claude Code como autocomplete caro: pede, ele cospe código. O problema
quase nunca é ele não saber escrever. É ele começar antes de entender.
O superpowers instala um conjunto de skills que forçam ordem: explorar o que tu quer
antes de implementar, escrever o teste antes da função, e debugar com método em vez
de chutar correção.
O pulo do gato: ele não te dá um prompt melhor. Ele muda a sequência de decisão
do agente. Prompt bom você esquece de usar; processo instalado age sozinho.
Fora daqui, eu construo infraestrutura de vendas com IA pra PME e indústria:
CRM, agente de WhatsApp e funcionário digital rodando em cliente, não em demo.
Uma regra que faz o agente responder em fragmento em vez de parágrafo. O código sai
idêntico, o enfeite morre.
1
O que ele faz
Corta o que tu paga e não lê
Tu paga por token, e boa parte deles é "claro, fico feliz em ajudar", parágrafo de
introdução e resumo do que acabou de ser dito. Nada disso te ajuda a decidir nada.
O caveman instala uma regra de comunicação: sem artigo, sem enrolação, frase curta.
Código, comando e mensagem de erro continuam intactos, porque a
regra proíbe encurtar essas partes.
Honestidade sobre o número: o autor fala em 65% de economia. Eu não medi de
forma independente. Instala e olha tua própria conta antes de acreditar em qualquer
porcentagem, inclusive nessa.
Fora daqui, eu construo infraestrutura de vendas com IA pra PME e indústria:
CRM, agente de WhatsApp e funcionário digital rodando em cliente, não em demo.
Não é o assunto que entrega. São padrões. Aqui está a lista, e a skill que tira um
por um do teu texto.
1
Os padrões que entregam
Depois que tu vê um, não desvê mais
ATravessão no meio da frase, várias vezes no mesmo texto. Quase ninguém escreve assim naturalmente.
BTudo em grupo de três. Três adjetivos, três exemplos, três benefícios. Sempre três.
CParalelismo negativo: "não é só X, é Y". Uma vez passa. Três vezes num post é assinatura.
APalavra que ninguém fala em voz alta: robusto, aprimorar, mergulhar fundo, cenário, jornada.
BElogio no meio da explicação, do tipo "isso demonstra um compromisso notável com".
A lista não é achismo. Ela sai do guia da Wikipédia sobre sinais de escrita
gerada por IA, feito por gente que revisa artigo o dia inteiro e precisou de critério.
Fora daqui, eu construo infraestrutura de vendas com IA pra PME e indústria:
CRM, agente de WhatsApp e funcionário digital rodando em cliente, não em demo.